TRE nega habeas corpus e decide que vereadora fique em prisão domiciliar

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu na tarde desta quarta-feira(6) que a vereadora Marcilene Xavier (PP) ficará em prisão domiciliar. Ela e outras oito pessoas são acusadas de falsificar documentos de atas em convenções partidárias (PMDB, Solidariedade, PRP e PP) nas eleições municipais de 2016.

Um mandado de busca e apreensão foi feito em casa a fim de recolher a ata de convenções do PP, partido ao qual Marcilene é presidente em Silva Jardim. Na ocasião, Marcilene disse que o livro esta em poder do ex-vereador Flavio de Dezinho, mas os oficiais de Justiça também não encontraram o livro com ele.

Embora houvesse indícios da participação de Marcilene na falsificação de documentos, não havia prova concreta que justificasse a prisão preventiva,

decretada pela justiça de primeira instancia em Silva Jardim.

A decisão da prisão domiciliar foi acolhida pelo TRE com base no parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, órgão vinculado ao Ministério Público. .

Anteriormente a isso, os três advogados da vereadora alegaram que por “não ter antecedentes criminais e de ser portadora de um nódulo no pulmão, a vereadora deveria ser libertada”.

Leia Também

Vereadora é acusada de desviar material hospitalar da Secretaria de Saúde

Peculato teria ocorrido quando trabalhava na UPA de Cabo Frio A vereadora Alexandra dos Santos …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *